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Em 18 de abril de 2012 a empresa portuguesa Ongoing anunciou a compra do quinto portal mais acessado do Brasil. O iG notabilizou-se por prover acesso discado à internet de forma gratuita, serviço que foi ofertado até fevereiro de 2016. A partir de março de 2016, passou a cobrar pela manutenção de contas de e-mails já criadas e também por novas adesões, mantidas por um plano anual de pagamento. Além de provedor, o iG também antivirus acelerador e limpeza gratis conhecido pelo seu portal, que abriga sites importantes como o noticiário Último Segundo.

Também abriga o iG Gente, o iG Esportes, a TV iG, o iG Economia e o Delas. O Internet Group do Brasil Ltda. Aleksandar Mandic e Matinas Suzuki Jr. O abalo no mercado foi imediato.

Apesar de não ter sido o primeiro provedor gratuito brasileiro, o iG rapidamente atingiu grande popularidade num tempo em que a banda larga era pouco comum e os bancos apenas começavam a oferecer planos de conexão não-tarifada a seus clientes. O iG apostava num grande retorno com venda de publicidade em seu portal, o que aumentaria o interesse pelas ações da empresa numa eventual abertura de capital. No entanto, os planos não se realizaram da forma prevista. Na seqüência do colapso da NASDAQ, com a dificuldade crescente para obtenção de crédito, o portal-provedor fez revisões graduais em seus projetos. A manobra surpreendeu o mercado, pois os sites do iG concorriam pela primeira vez aos prêmios e eram fortes concorrentes. Além disso, representou uma reviravolta na política interna do iG, que estimulava fortemente os sites do portal a apresentar suas candidaturas e atrair votos populares. O iG só conseguiria “sair do vermelho” em 2001, quando alterou seu plano de negócios: passou a receber repasses das operadoras de telefonia fixa por conta do tráfego gerado pelo acesso grátis.

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A façanha foi marcada pela mudança no logotipo: de vermelho, passou a ser azul. O breakeven já era uma situação muito rara entre empresas de internet, mas Nizan Guanaes concebia a “fase azul” do iG como uma etapa meramente transitória antes que a operação começasse a dar lucro. Nesse dia, de acordo com os planos, o iG adotaria a cor verde. No entanto, em meio a uma nova rodada de profundas reformas no portal, Guanaes deixou o iG em fins de 2001.

Adotou-se um novo logotipo, mantida a cor azul, agora definido como “Internet Generation”. Em janeiro de 2009 o iG passou a fazer parte do grupo Oi após este adquirir a Brasil Telecom. Em 27 de março de 2012 o jornal Estadão pertencente ao jornal O Estado de S. Durante mais de dois anos, Paulo Henrique Amorim manteve o blog Conversa Afiada no portal iG, em cuja página principal tinha um quadro de destaque permanente.

Em 18 de março de 2008, porém, o portal retirou abruptamente o blog do ar. Paulo Henrique Amorim relançou seu blog, Conversa Afiada, 8 horas e 58 minutos depois, no seu website e, em menos de 24 horas, seu advogado Marcos Bitelli obteve na Justiça uma mandado de segurança que impediu a consumação daquilo que Paulo Henrique Amorim chamou de “limpeza ideológica”. Ou seja, recuperou os arquivos de tudo o que tinha produzido no iG. Baixaki, anunciou o fim da parceria com o iG que já durava 8 anos, mudando-se para o portal Terra. Em 18 de julho de 2011 o site Brasil Escola muda para o portal R7. Em 1 de agosto de 2012 o site Vagalume muda para o portal R7. Consultado em 23 de setembro de 2011.

Anatel aprova compra da Brasil Telecom pela Oi. Consultado em 18 de abril de 2012. G vai usar Gmail e outros serviços do Google. Consultado em 14 de setembro de 2016. G vai usar tecnologia do Google nos serviços.

Portal IG deve ser vendido – Estadão. Criadores e ex-presidentes do iG comentam os 10 anos do portal. Português Ongoing negocia compra do iG. Consultado em 27 de março de 2012.

Baixa audiência no IG tira Paulo Henrique Amorim do ar. Editorial – Sobre a saída de Paulo Henrique Amorim do iG. Paulo Henrique Amorim vai à guerra contra o iG. Consultado em 6 de julho de 2011.

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